Cai lucro líquido do Itaú Unibanco

No primeiro trimestre de 2012 o Itaú Unibanco registrou lucro líquido de R$ 3,426 bilhões, com queda de 2,96% em relação a igual período…

Itaú tem menos lucros (Foto: Divulgação)

No primeiro trimestre de 2012 o Itaú Unibanco registrou lucro líquido de R$ 3,426 bilhões, com queda de 2,96% em relação a igual período de 2011. As provisões para devedores duvidosos foram o principal motivo para o recuo nos lucros do banco. Essas despesas somaram R$ 6,03 bilhões, com alta de 37,7% na comparação com os primeiros três meses de 2011.

Esse cenário é similar com o atingido pelo Bradesco, segundo os dados divulgados pelas instituições financeiras. A carteira de crédito do Itaú Unibanco somou R$ 347,369 bilhões, com alta de 14,3% na comparação com março do ano passado. Com relação a dezembro de 2011, o aumento foi de apenas 0,55%. Levando em conta avais e fianças, a ampliação dos empréstimos foi de 16,1% e de 0,9%, respectivamente. Já a inadimplência total da carteira atingiu 5,1%, com alta de 0,2 ponto percentual em relação a dezembro e de 0,9 ponto percentual na comparação com março de 2011.

 

A queda dos lucros do Itaú é parecida com a do Bradesco (Foto: Divulgação)

Sobre o Itaú Unibanco

Em 4 de novembro de 2008 o Itaú e o Unibanco, duas instituições financeiras de renome, uniram-se para ampliar sua carteira de clientes. Porém, somente em 2010, as duas maiores instituições financeiras do país passaram a funcionar juntas, unificando o atendimento e passando a se chamar Itaú Unibanco.

Juntas, as duas empresas tinham em setembro de 2010 ativos de 575,1 bilhões de reais, contra 403,5 bilhões do Banco do Brasil, e R$ 348,4 bilhões do Bradesco, sendo um patrimônio líquido de cerca de 51,7 bilhões de reais e uma carteira de crédito combinada de 225,3 bilhões de reais. O lucro líquido somado dos dois bancos de janeiro a setembro (2010) foi de 8,1 bilhões de reais.

Atualmente o Itaú Unibanco está anunciando a baixa dos juros na concessão de crédito em algumas linhas, seguindo a tendência ditada pelo Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal como estratégia do governo. Porém, existem regras para a liberação do beneficio. Os interessados devem procurar a instituição financeira e passar por uma análise de crédito.

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