As Mídias Estão com os Dias Contados?

Se a cada dia são lançados novos formatos de mídia e discos de alta densidade, como poderiam os CDs, DVDs e Blu-Rays serem trocados…

Se a cada dia são lançados novos formatos de mídia e discos de alta densidade, como poderiam os CDs, DVDs e Blu-Rays serem trocados pelas nuvens?

Entende-se por “nuvens” (ou cloud computing) todo e qualquer dado ou serviço que pode ser acessado a partir de qualquer local da rede. Como ele não se encontra em nenhum drive específico, em computação, diz-se que ele está nas nuvens. E como as conexões estão cada dia mais rápidas, há uma tendência das nuvens substituírem as mídias convencionais.

Um grande exemplo disso é a distribuição digital de músicas feito por serviços com o iTunes. Desde que ele foi implementado, a quantidade de vendas de CDs (mídias físicas) foi reduzida drasticamente. Atualmente, alguns artistas chegam a abrir mão do formato tradicional para lançar seu trabalho apenas pela internet.

O Google Music vai ainda mais longe. Ainda em fase de testes fechados, o serviço não oferece somente a venda de faixas, mas também que qualquer usuário hospede até 20 mil músicas do seu próprio computador nos servidores da Google. A partir de então, as faixas podem ser ouvidas via streaming em qualquer computador ou smartphone com sistema Android.

Serviços como o Netflix, que oferecem a compra e o aluguel de filmes pela internet, também se tornam cada dia mais populares. A indústria de jogos também aposta na distribuição digital para reduzir os custos de logísticas e diminuir o tempo que os títulos demoram a chegar até as “prateleiras”. Já o consumidor, ganha produtos mais baratos e a certeza de que seus dados nunca serão perdidos.

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