Alimentos que aumentam a concentração

Você sabia que existem estimulantes naturais de raciocínio e concentração? Ao invés de pílulas, a melhor opção é sempre algo que seja mais econômico…

O cérebro é o principal órgão do sistema nervoso. Foto:(Divulgação)

Você sabia que existem estimulantes naturais de raciocínio e concentração? Ao invés de pílulas, a melhor opção é sempre algo que seja mais econômico e natural, por isso hoje traremos alguns alimentos que podem ajudar a aumentar a concentração e raciocínio.

Existem algumas substâncias encontradas nos alimentos que são amigos do cérebro como, por exemplo, a fisetina, responsável por estimular a formação de novas conexões entre os neurônios, mantendo a memória jovem. Outros minerais e nutrientes pertencem a esse grupo aumentando a capacidade de pensar, concentrar, aprender e memorizar. Confira alguns exemplos:

Vitaminas do complexo B: Regulam a transmissão de informações (as sinapses) entre os neurônios, presente nas sementes e nas fibras dos alimentos integrais e proteínas. Essas vitaminas atuam em conjunto para promover o sistema imune e o cérebro saudável pois protegem os tecidos nervosos contra a oxidação, aumento da memória e assim isolam as células nervosas. O nosso corpo requer vitamina B para produzir muitos neurotransmissores. Além de estar muito presente na carne estão no arroz, gérmen de trigo feijão e castanha;

Rico em vitaminas, principalmente B6.Foto:(Divulgação)

– Sais minerais: São os que participam de inúmeras trocas elétricas e mantêm o cérebro acordado e ativo. Podem ser encontrados em sementes e grãos, em raízes e nas folhas verde escuro e iogurtes;

Rico em sais minerais como cálcio e ferro.Foto:(Divulgação)

– Vitamina C: É tão essencial à função do cérebro que seus níveis neste órgão são quase 15 vezes maiores do que aqueles que estão fora em outras partes do corpo humano. Forte antioxidante intensifica a capacidade de “reanimar” a vitamina mesmo depois que essa tenha se oxidado. Importante ingrediente na produção de inúmeros neurotransmissores, inclusive a acetilcolina, dopamina e noradrenalina. É encontrada em alimentos como frutas cítricas, tomates, morangos, pimentão-doce e brócolis;

Na laranja não contém apenas vitamina C, mas cálcio, ferro, fósforo e outros nutrientes que são essenciais no nosso organismo.Foto:(Divulgação)

– Bioflavonoides: São os que trabalham juntos com a vitamina C, pois a sua função é evitar a quebra dessa vitamina no organismo. Em outras palavras, ajudar a proteger as células do cérebro da degeneração. Além das sementes, são encontradas também no limão, frutas cítricas, uva e nas folhas verde escuro e principalmente nas cascas;

Possuem grande quantidade de flavonóides, que aumentam o colesterol bom. Foto: (Divulgação)

– Ômega-3: Funciona como um antiinflamatório poderoso, evitando a morte dos neurônios além de criar um ambiente ideal para a troca rápida de “mensagens” entre as células do nosso cérebro. Existem somente três fontes: os peixes de águas frias e profundas e as sementes de linhaça e prímula;

Linhaça: devido ao seu alto valor nutritivo é considerado alimento funcional. Foto: (Divulgação)

– Carboidratos: A glicose é a energia exclusiva do cérebro, ajuda na produção do neurotransmissor cerebral seretonina, que provoca aquela sensação de bem-estar. Por isso, ficar muito tempo sem comer carboidratos diminui a atividade mental. Carboidratos complexos (pão, batata, grãos) são absorvidos mais lentamente, fornecendo energia de forma regular. Já o açúcar dos doces é absorvido tão rapidamente que é armazenado como gordura, sem fornecer energia de modo constante;

Carboidratos ajudam a manter o bom funcionamento do cérebro. Foto: (Divulgação)

– Cafeína: É um potente estimulante do sistema nervoso central. Quando ingerimos cafeína nosso corpo automaticamente substitui a adenosina (substância que nos deixa sonolento) pela cafeína, o que impede que a adenosina diminua o ritmo de nossas células nervosas. Essa substância é facilmente encontrada no café e chá verde.

Um dos principais efeitos do café é a sensação de diminuição do sono. Foto: (Divulgação)

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