Adoção: mães por amor

Adoção: mães por amor

Leia a matéria “Adoção: mães por amor” e entenda como funciona esse maravilhoso gesto de adotar uma criança e prepará-la para a vida. Os…

Por Editorial MDT em 12/03/2015

Leia a matéria “Adoção: mães por amor” e entenda como funciona esse maravilhoso gesto de adotar uma criança e prepará-la para a vida. Os laços estabelecidos entre mãe e filho não se limitam à compatibilidade sanguínea, eles nascem na verdade através do convívio, dos cuidados e do afeto compartilhado a cada dia.

Adoção mães por amor. (Foto: Divulgação)

A palavra “gerar” tem vários significados, dentre eles podemos citar: criar, conceber, produzir, originar, formar e nascer. Para adotar uma criança também é necessário ter dentro de si essa mesma vontade de “gerar”. A adoção vai além de simplesmente colocar mais um prato à mesa. Esse é um ato de coragem, responsabilidade, carinho, respeito pela vida e principalmente de amor incondicional.

A decisão do casal deve ser tomada com calma e certeza. É importante que a família toda aceite o novo membro e o acolha de braços abertos. A chegada da criança precisa ocorrer de forma tranquila. Depois de estabelecido o contato inicial, vagarosamente a criança vai sendo conquistada.

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Adoção: mães por amor

Saiba tudo sobre o tema “adoção: mães por amor”. Adotar um filho é um gesto maravilhoso, mas é muito importante que a família tenha preparo emocional e estrutura para educar essa criança para o mundo.

Adoção exige preparo emocional

A família precisa estar preparada para receber uma criança. (Foto: Divulgação)

Além do desejo de ser mãe, pai, formar uma família, o casal deve estar preparado emocionalmente para lidar com as questões que surgem com a adoção. Por exemplo, saber como contar ao filho que ele é adotado, como aceitar as diferenças físicas e emocionais da criança. Além da relação com a sociedade e com outras dificuldades que podem aparecer no caminho.

É muito importante que os pais sejam sempre transparentes com a criança em relação as suas origens. É com o dia-a-dia, com a conversa vagarosa e as explicações para suas perguntas que a criança consegue entender a situação sem que sinta desprezo, menosprezo ou diferença, principalmente quando existem outros irmãos na família. É essencial esclarecer que a relação entre todos é igual.

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 A adoção

A mãe adotiva precisa estar preparada para assumir a responsabilidade. (Foto: Divulgação)

É muito importante que o pai e a mãe desejem a criança que foi escolhida para a adoção. Adotar é um ato definitivo, com proteção jurídica. Porém, para que ela aconteça de fato, os pais biológicos da criança devem ter falecido ou estar desaparecidos, ou ainda, não querer ou não poder assumir as responsabilidades de pai e mãe.

Mães por amor

Adotar uma criança é um ato de amor incondicional. O ventre amoroso está no coração dessa mãe e desse pai, que junto decidiram assumir o filho do coração, sendo capazes de dar todo amor e carinho que ele necessita, e ainda suprir outras necessidades. Esses podem muitas vezes ensinar a essa criança valores que talvez ela nunca fosse encontrar em uma casa para menores.

Angelina Jolie tem três filhos adotivos. (Foto: Divulgação)

O amor não está ligado ao sangue. Na maioria das vezes a mãe adotiva possui melhores condições de aceitação do que a própria mãe biológica, podendo cuidar muito melhor do pequeno. É durante a experiência de interação entre mães e filhos, adotivos ou não, nos cuidados, contatos no dia-a-dia, na proteção e no afeto que a criança recebe que é estabelecida uma relação de amor.

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