Saúde

Síndrome de Burnout – A doença do Trabalho

Por acaso vocês já sentiram desgaste no humor, baixa motivação ? Talvez isso seja muito mais do que um suposto stress do dia-a-dia.

Síndrome de Burnout

Se a resposta foi positiva ou passou por algo semelhante é bom tomar conhecimento da Síndrome de Burnout, que é caracterizado por estresse ocupacional, ou seja, ocorre quando uma pessoa fica exausta tanto fisicamente como emocionalmente, tornando-se alguém agressivo e muitas vezes irritante.

Na maioria das vezes o problema está relacionado com o mundo do trabalho, a síndrome de Burnout afeta principalmente aqueles profissionais que precisam manter contato próximo ou direto com outras pessoas, um bom exemplo são médicos, enfermeiros, professores, psicólogos, policiais, etc.

Veja a seguir uma lista de algumas áreas que são consideradas as mais estressantes para se trabalhar:

1) Tecnologia da Informação;

2) Medicina;

3) Engenharia;

4) Vendas e Marketing;

5) Educação;

6) Finanças;

7) Recursos Humanos;

8) Operações;

9) Produção;

10) Religião.

Algumas características individuais também podem levar para formação da Síndrome como: idealismo elevado, alta motivação, perfeccionismo, rigidez, excesso de dedicação, etc.

Em resumo, são pessoas que se envolvem além do necessário com o que fazem, seja na empresa ou no próprio negócio, não medem esforços para atingir seus objetivos mesmo que isso represente o desenvolvimento de uma síndrome ou qualquer outra doença parecida.

Confiram as Principais características/sintomas da Síndrome de Burnout:

SINTOMAS EMOCIONAIS
: avaliação negativa do desempenho profissional, esgotamento, fracasso, impotência, baixa auto-estima.

MANIFESTAÇÕES FÍSICAS OU TRANSTORNOS PSICOSSOMÁTICOS: fadiga crônica, dores de cabeça, insônia, úlceras digestivas, hipertensão arterial, taquicardia, arritmias, perda de peso, dores musculares e de coluna, alergias, lapsos de memória.
ALTERAÇÕES COMPORTAMENTAIS: maior consumo de café, álcool e remédios, faltas no trabalho, baixo rendimento pessoal, cinismo, impaciência, sentimento de onipotência e também de impotência, incapacidade de concentração, depressão, baixa tolerância à frustração, ímpeto de abandonar o trabalho, comportamento paranóico (tentativa de suicídio) e/ou agressividade.

Tratamento da Síndrome de Burnout:

Depois de constatado o tratamento da síndrome de Burnout é realizado através do psicoterapeuta. Em alguns casos não é necessário a utilização de medicamentos como os antidepressivos que atuam como moderadores de ansiedade e da tensão, sendo que estes são sempre prescritos com avaliação médica.
De qualquer forma apesar do ambiente de trabalho e as condições que as organizações impõem buscando sempre mais do profissional, fique atento para não desenvolver a síndrome caso trabalhe nestas condições, mesmo que o trabalho seja o que te “sustenta” não deixe que isso possa prejudicar sua saúde e talvez toda sua vida profissional.

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Comentários

8 respostas para “Síndrome de Burnout – A doença do Trabalho”

  1. Veruska Barreto de Sousa disse:

    Os enfermeiros estão passando por esse tipo de problema também, às vezes mascarado com as doenças psicosomáticas.
    Eu comecei com a Síndrome do intestino irritável, depois crise hipertensiva, taquicardia, torcicolo e no final depressão.

  2. hellen cristiny dos santos disse:

    nao aguento mais os clientes da loja e so eu ir trabalhar que ja me da dor de cabeça nao quero ver nem a cara dos clientes

  3. roselane disse:

    Hoje li pela primeira vez sobre essa síndrome, e me vejo encaixada em quase todos os sintomas. Acho que isso deveria ser mais falado para as pessoas tomarem conhecimento de q não tem somente um simples stress.

  4. cheila domingues medeiros disse:

    sou funcionária pública ocupo o cargo de educadora social há seis anos.Penso que muitos colegas meus sofrem desse mal a tal síndrome de burnout.Essa doença deveria ser tratada mas normalmente as pessoas desconhecem que sofrem disso e alguns profissionais não dão a importância necessária

  5. Telma - Advogada disse:

    Lamentavelmente, estou com essa doença e só vim saber agora.

    Não consigo mais advogar desde 2008.

    Meu coração dispara só em saber que tenho que atender alguem reclamando de algo pra mim.
    Pretendo ter auxilio logo que puder.

  6. Crislaine barbosa disse:

    acho que essa doença deveria ser levada mais a sério,muitas pessaos tem essa doença e nem ao mesmo se dão conta disso!teria que ter mais anuncio falando da doença e alertando a poupulação,obrigada pelas informações.

  7. Paulo Lima disse:

    Obrigado Ademir pelo comentário !

    Volte sempre 🙂

  8. Ademir Lamenza disse:

    Dos links que localizei, este foi o mais claro.

    Suceso

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