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Os principais sintomas do bullying

SINTOMAS DE BULLYING

A violência escolar sempre existiu, no entanto,  o nome “bullying” foi dado na década de 80, quando esse fenômeno começou a ser estudado.

Bullying é uma derivação de “Bully”, palavra inglesa que significa “valentão, agressor”.  Não havendo ainda uma expressão em português que substituísse melhor o termo estrangeiro, este se consagrou para definir toda violência que ocorre no território escolar. Mas, não é todo o tipo de agressão que leva esse nome. Para ser bullying, a violência precisa:

  • Ocorrer na escola;
  • Ser repetitiva;
  • Ser intencional – o agressor sabe que está, de alguma forma, abalando emocionalmente a vítima;
  • Deve haver um desnível de poder, ou seja, o agressor deve sempre estar em vantagem física ou numérica sobre a vítima.

No Brasil, o bullying passou a ser conhecido muito recentemente, após campanha nos diversos meios de comunicação, mas ainda há dúvidas sobre o assunto.

Vivemos em uma sociedade que, a busca pelo prazer imediato, forma crianças e adolescentes sem limites, que não se importam com as consequências dos seus atos,  para serem popular e se darem bem, essa é a principal causa do bullying.

Alguns sintomas podem sugerir quando se é uma vitima dessa agressão.

  • Diarreia, vômito, náusea ou insônia, que melhora no final de semana e se exacerba quando a criança está próxima de ir para a escola, como no domingo à noite, ou na hora do almoço – se a criança estuda à tarde;
  •  A permanência constante na enfermaria da escola;
  • A permanência constante entre os adultos, numa tentativa de se proteger;
  • A falta de colegas da mesma idade; a criança não será convidada para frequentar a casa de amigos ou ir a festas de aniversário.

A longo prazo, os danos podem ser extremos como depressão, pânico, fobia social e escolar etc.

Dificilmente as vítimas do bullying falam sobre as agressões sofridas, em ambiente escolar. Alguns motivos que os levam a sofrerem calados são:

  • O agressor sempre intimida, e a vítima não tem capacidade de distinguir entre as ameaças reais e as fantasiosas, como por exemplo, ter a mãe sequestrada pelo agressor – uma criança sequestrando um adulto? Isso não é lógico;
  • Medo de distorção de sua imagem, pois não quer que os pais pensem que ele é impopular e rejeitado na escola. A mente da criança funciona com um raciocínio lógico diferente da do adulto, portanto ele pensa: “se sou rejeitado na escola, serei também rejeitado em casa”.

Cabe aos pais e professores identificarem e prevenirem a violência escolar, trabalho complicado, porque muita vezes o agressor é dissimulado e se esconde por trás de um “exército”, por ele instigado a agir sobre a vítima, mas, não é uma tarefa impossível.

Os pais, devem trabalhar no sentido da prevenção, conversando e estabelecendo uma relação de confiança com o filho, fazendo ele se sentir seguro para desabafar os eventuais problemas escolares.

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Comentários
  1. Fernanda disse:

    Pessoal, parabéns pela reportagem! É a primeira vez que encontro algo tão esclarecedor sobre esse assunto, que deveria receber mais atenção por parte dos pais e dos educadores, como eu. As dicas foram ótimas, obrigado.

  2. Marina disse:

    Parabéns pelo trabalho! muito bom!

  3. Luiz Augusto disse:

    Parabens ao texto esclarecedor deste tema. Muito bem redigido e bem orientador. Gostei muito

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