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Conheça o programa Minha Casa Minha Vida e descubra os principais critérios para solicitar um financiamento imobiliário vantajoso.

O programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) tem como objetivo facilitar a aquisição da casa própria, sendo uma iniciativa do Governo Federal e do Ministério das Cidades. Operacionalizado pela Caixa Econômica Federal desde 2009, o programa torna o financiamento habitacional mais acessível para as famílias de baixa-renda.

Minha casa minha vida 2016 - inscrições no programa (Foto: Divulgação)

Minha casa minha vida 2016 – inscrições no programa (Foto: Divulgação)

Minha casa minha vida 2016 – inscrições no programa

O PMCMV iniciou seu trabalho no Brasil com a meta de produzir e facilitar o acesso a 1 milhão de novas unidades habitacionais. Hoje, o programa se empenha com a finalidade de incentivar a construção de 2 milhões de novas moradias, que vão beneficiar as familiar com renda bruta mensal até 5 mil reais.  Ao passo em que a proposta se fortalece e obtêm novos investimentos, o programa Minha Casa Minha Vida espera produzir 860.000 imóveis até 2017.

Saiba mais: Minha Casa Minha Vida Fase 2

O programa habitacional tem se tornado cada vez mais abrangente, sendo que hoje pode ser implantado em todo território nacional, inclusive as cidades possuem entre 20 e 50 mil habitantes. Outros pré-requisitos também são levados em conta pelo PMCMV, como a necessidade de uma população urbana igual ou superior a 70%.

Para facilitar a aquisição da casa ou do apartamento, a Caixa faz parceria com construtoras. As pessoas podem tomar conhecimento dos empreendimentos imobiliários disponíveis através dos feirões promovidos em todo o país. Desta forma, o indivíduo tem a chance de escolher a linha de financiamento mais acessível ao seu bolso. Lembrando que a parcela mínima é de 50 reais.

Desde que foi criado, o programa Minha Casa Minha Vida passa por readequações. Em 2011, ele adotou novas regras, como a necessidade de ruas asfaltadas, a preferência para as famílias com grande número de menores, com algum membro idoso ou portador de necessidades especiais.

Minha casa minha vida 2015-2016 - inscrições no programa (Foto: Divulgação)

Minha casa minha vida 2016 – inscrições no programa (Foto: Divulgação)

Como aderir ao Programa Minha Casa Minha Vida?

Para adquirir um empreendimento pelo programa Minha Casa Minha Vida, o indivíduo deve primeiramente verificar se o município aderiu à iniciativa. Depois é necessário escolher um imóvel que não ultrapasse o valor máximo do programa, contando com a ajuda de construtoras e imobiliárias. Em seguida, vá até uma unidade da Caixa Econômica Federal, faça o cadastro, formalize o pedido de financiamento e agende a entrevista.

Ao comparecer a entrevista, o indivíduo interessado no programa habitacional deve apresentar RG e CPF, além dos documentos que comprovam a sua renda, como extrato atualizado do FGTS, cópia da carteira de trabalho, prova de estado civil, seis últimos holerites, comprovante de despesas, declaração de IR e declaração de assalariado. Também é importante apresentar a ficha de cadastro habitacional.

Veja também: Programa Minha Casa Minha Vida 2015

Use as instruções para adquirir um imóvel pelo programa Minha Casa Minha Vida 2016.

Prédios do Minha Casa, Minha Vida podem ser a solução habitacional nacional (Foto: Divulgação)

Prédios do Minha Casa, Minha Vida podem ser a solução habitacional nacional (Foto: Divulgação)

Novidades financiamento Minha Casa, Minha Vida

Novidade Minha Casa, Minha Vida em 2016 está dificultando a compra e financiamento de casas. O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aprovou em outubro desse ano os novos limites de preços para o financiamento de imóveis da terceira etapa do Minha Casa Minha Vida, cujas contratações, de acordo com informações de Elton Santa Fé Zacarias, secretário-executivo do Ministério das Cidades, que podem começar ainda no início de 2016 a valer.

A última vez que houve correção nos valores máximos dos imóveis do Minha Casa Minha Vida, foi no ano de 2012. O valores máximo dos imóveis do programa, que vale para as regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, acabou passando de R$ 190 mil para R$ 225 mil.

Nessas regiões metropolitanas, ou seja, nas maiores cidades, das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, o preço máximo para financiar uma casa por meio do Minha casa, Minha Vida passou a ser de R$ 180 mil, e nas regiões metropolitanas do Sul, de Minas Gerais e do Espírito Santo, passou para R$ 200 mil. Para as cidades abaixo de 20 mil habitantes, o teto passa a ser de R$ 90 mil.

Concretize o sonho da sua tão sonhada casa própria (Foto: Casa Abril)

Concretize o sonho da sua tão sonhada casa própria (Foto: Casa Abril)

Novas regras do Minha Casa, Minha Vida

Em setembro, o governo mudou as regras para financiar imóveis pelo programa Minha Casa, Minha Vida, em anúncio feito pelo Ministério das Cidades. As principais mudanças são a criação de uma faixa intermediária de renda, entre R$ 1.800 e R$ 2.350, e o aumento dos juros cobrados para famílias que recebem a partir de R$ 2.350 por mês.

As novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida 2016 só serão validadas para novos contratos realizados após a homologação das mudanças e devem fazer parte da terceira etapa do programa, ainda sem data para ser lançado. Podem fazer parte do programa pessoas que permitam aos beneficiários de várias faixas de renda financiar a casa própria a juros mais baixos que as taxas cobradas no mercado.

Segundo informações da nota divulgada pelo Ministério das Cidades, o preço limite de renda para se beneficiar da faixa que ofertar casas totalmente subsidiadas pelo governo federal e passará de R$ 1,6 mil para R$ 1,8 mil. As prestações do programa continuarão a ser pagas em 10 anos. Esses beneficiários não iram pagar juros.

Para as pessoas com renda famílias de até R$ 800, a parcela do financiamento vai ser de até R$ 80; quem recebe entre R$ 800 e 1,2 mil, vai pagar 10% da renda; para renda entre R$ 1,2 mil a R$ 1,6 mil, o percentual será de 15%; e para renda entre R$ 1,6 mil a R$ 1,8, será de 20%.

A faixa intermediária para conseguir o financiamento do Minha Casa, Minha Vida foi criada pelo governo, chamada de faixa 1,5, e vai ter subsídio de até R$ 45 mil do governo. O beneficiário desse programa que se encaixar nessa categoria vai ter que pagar taxa de juros de 5% ano.

Os juros a partir da chamada faixa 2 também passarão por reajuste. As pessoas membros de famílias com renda de até R$ 2.700 vão ter juros de 6% ao ano. As famílias com renda de até R$ 3.600, 7%. Atualmente, quem ganha até R$ 2.455, paga 5% ao ano. Já quem possui renda entre R$ 2.455,01 e R$ 3.275 paga 6% ao ano.

Na Faixa 3, também terá um aumento de juros. Quem recebe até R$ 6.500, pagará juros anuais de 8%. Atualmente são cobrados até 7,16% de juros anuais para quem ganha até R$ 5 mil.

Dicas para comprar o seu imóvel por meio do Minha Casa, Minha Vida:


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