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Leishmaniose: sintomas, causas, tratamento

A Leishmaniose é uma doença que pode ter repercussões sistêmicas e cutâneas, fique atento aos sintomas e em caso da doença procure um médico.
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Mosquito que transmite a Leishmaniose (Foto:Divulgação)

A Leishmaniose é uma doença infecciosa causada por um parasita encontrado em lugares com condições sanitárias precárias. Existem dois tipos de Leishmaniose a tegumentar e a visceral, conhecida também por calazar.

O primeiro tipo é caracterizado por feridas na pele, que se localizam em qualquer parte do corpo e posteriormente pode acometer  também áreas como as mucosas do nariz, da boca e da garganta. Já a Leishmaniose visceral acomete órgãos internos como o fígado, o baço e a medula óssea. Os mais acometidos por esta doença são as crianças e ela pode durar alguns meses ou anos.

Causas

A doença é causada por parasitas que vivem e se multiplicam no interior de células de defesa como os macrófagos. Sua transmissão se dá através de insetos que se alimentam de sangue, que medem cerca de dois milímetros e por isso conseguem atravessas malhas, mosquiteiros e telas de proteção. Como a Leishmaniose é uma zoonose ela só é transmitida ao ser humano depois que o mosquito pica um animal infectado.

A fonte de infecção da Leishmaniose cutânea são os animais silvestres, como os roedores, tamanduás ou preguiças e também o cachorro doméstico, fonte da maioria dos casos. Já na L. visceral o maior hospedeiro é a raposa.

Leishmaniose Cutânea (Foto:Divulgação)

Sintomas

– Leishmaniose Visceral

Os sintomas deste subtipo da doença são a febre irregular e prolongada, anemia, palidez da pele e mucosas, falta de apetite, emagrecimento e aumento do fígado e do baço.

O período de incubação até a manifestação dos sintomas podem variar de dois a seis meses. A progressão da doença inclui a diminuição no número de plaquetas e leucócitos levando a sangramento, infecções e em casos mais extremos, a morte.

– Leishmaniose Cutânea

Nesta variação da doença os sintomas são o aparecimento de uma elevação na pele que logo evolui para uma ulceração, que pode estar com pus ou não. Também podem ser evidenciadas em alguns casos o aparecimento de lesões no nariz e na boca.

Os cães são hospedeiros da doença (Foto:Divulgação)

Tratamento

Assim que identificados alguns dos sintomas o importante é consultar o médico. Ele passará alguns medicamentos que devem ser aplicados através de injeções. Já a Leishmaniose cutânea pode se curar sozinha, mas as vezes as feridas demoram para curar ou deixam cicatrizes, por isso o médico também terá uma orientação adequada a respeito dos medicamentos a serem usados.

A prevenção é sempre o melhor método para se evitar uma doença como esta, por isso é importante sempre fazer uso de repelentes quando for em matas ou em locais que existam focos da doença. A dedetização e o uso de telas e mosquiteiros também podem ajudar a manter o mosquito distante.


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Este artigo possui 2 comentários

  1. josias
    Publicado em 10/04/2013 às 3:47 PM [+]

    é uma infeliciade a doença de leishmaniose ñ ser divulgada tanto como a dengue,ja q mata tanto quanto a dengue. dados levantado mostra um índice em maior quantidade de casos doque a dengue.
    o problema é q ela é conhecida ou tomada como doença de pobre ja q acontece mais no campo,zona rural doque na cidade.

  2. rosana tavares
    Publicado em 02/05/2013 às 2:02 PM [+]

    estou muito preocupada,pq ainda nao tem vacinaçao p populaçao,em redençao do para esta uma contaminaçao terrivel,,e nao sabemos o que fazer…se alguem poder ajudar?

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