HPV – Previna-se desse Vilão
Saiba mais sobre HPV – Previna-se desse Vilão
HPV – Vírus transmitido sexualmente, oito em cada dez mulheres já tiveram, têm ou terão contato com este vírus. Mas não é essa a preocupação, o maior risco dele é que pode causar câncer no colo do útero.

No Brasil cerca de 18 mil novos casos de câncer do colo do útero são diagnosticados anualmente, e por volta das 230 mil morrem vítima dele também por ano. Porém para o surgimento desse câncer, é preciso que a vítima tenha sido infectada pelo papiloma vírus humano ou HPV como é conhecido popularmente.
O HPV foi classificado como o vilão da história, já que ele é potente e existem mais de 100 tipos diferentes dele, sem contar que é silencioso, umas vez que temos que lembrar que são os silenciosos os mais perigosos, afinal eles não apresentam sintomas.
Mas há uma noticia boa. Não é porque você recebeu a noticia positiva de que contraiu o HPV que irá desenvolver o cancêr uterino, na verdade, apenas 0,58% das mulheres infectadas desenvolvem o tumor.
Claro que o HPV assusta principalmente porque ele origina a doença, porém poucos casos chegam até a doença, principalmente quando há acompanhamento médico.
Mesmo que o HPV não desenvolva o câncer, ele pode provocar verrugas que começam microscópicas e crescem a ponto de desconfigurar a vagina, portanto devem ser tratadas o mais rápido possível.
Por volta de 90% dos casos de HPV são resolvidos sem maiores complicações. A maioria delas são classificadas como transitórias.
Prevenção:
Uma vez que a doença tenha sido transmitida, o uso da camisinha, é sem sombra de dúvidas, a melhor forma de prevenção.
“O uso do preservativo reduz os riscos de contaminação em 80% dos casos. Mas a segurança não é total porque ele protege apenas dos vírus que estão no pênis e, às vezes, o HPV aparece na bolsa escrotal”, afirma Nelia. O contato oral ou manual também pode provocar a sua contaminação, apesar de esses casos de contaminação ser raros.
Foi contatado pelos médicos, é que a maioria dos casos de contaminação acontece após três anos do início da vida sexual. E em muitos casos o próprio organismo da um jeito de eliminar o vírus, em outros casos, ele pode ficar anos sem se manifestar.
Dessa forma, o importante é fazer um acompanhamento ginecológico desde o início da vida sexual. E a partir dos 30 anos é importantíssimo redobrar o cuidado, pois o sistema imunológico começa a enfraquecer e o vírus causa lesões com maior gravidade no colo uterino.
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