Doença de Alzheimer – Diagnóstico e Tratamento
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Doença de Alzheimer
O mal de Alzheimer é uma doença degenerativa do cérebro. Ela produz atrofia progressiva do cérebro, com início mais frequente após os 65 anos, produz a perda das habilidades de pensar, raciocinar e memorizar, afeta áreas da linguagem e produz alterações no comportamento do paciente.
Não foram descoberta as causas da doença, mas o que se sabe é que ela tem relações com certas mudanças nas terminações nervosas e nas células cerebrais que interferem nas funções cognitivas.
Os sintomas mais freqüentes dessa do Alzheimer é:
“Eu vivo me esquecendo…”
“Não me lembro onde deixei…”
“Facilmente me esqueço dos números e de pagar as contas.”
“Minha mãe se esqueceu do meu aniversário… Meu pai se perdeu…”
Na fase inicial da doença, a pessoa afetada demonstra-se confusa e esquecida e parece não encontrar palavras para se comunicar em determinadas situações.
Já na fase intermediária necessita de ajuda para executar as tarefas de rotina, a pessoa pode passar a não reconhecer seus familiares, pode apresentar incontinência urinaria e fecal. Precisa de auxilio direto para vestir-se, comer, tomar banho, tomar suas medicações e todas as outras atividades de higiene. O paciente pode apresentar comportamento inadequado, irritabilidade, desconfiança, impaciência e até agressividade, ou pode apresentar, depressão, regressão e apatia.
A parte mais difícil é o diagnóstico da doença, pois é preciso a aceitação da demência como consequência normal do envelhecimento.
O diagnóstico é feito a partir da exclusão de outras doenças que podem evoluir, também, com quadros de demências.
A doença não tem cura, por isso o tratamento destina-se a controlar os sintomas e proteger a pessoa doente dos efeitos produzidos pela deterioração trazida pela sua atual condição.
A doença de Alzheimer não afeta somente o paciente, toda a rotina das pessoas a sua volta também são afetadas. A família precisa estar ciente de que uma sobrecarga muito grande será colocada nos termos emocionais, físicos e financeiro. É preciso organizar-se para um plano de atenção ao familiar doente, em que se incluam os cuidados gerais, supervisão e sem se esquecer dos cuidados médicos e as visitas regulares ao mesmo, que ajudará a monitorar as condições da pessoa doente, verificando se o paciente possui outros problemas de saúde que precisam ser tratados.
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COMENTÁRIOS
Temos 2 comentários para este post!
Enviado em
16/03/09 às
4:27 pm [link]
Anna Leal
eu tenho esclerodermia. Gostaria de saber , alem das placas quais os outros sintomas. ogb
Enviado em
16/03/09 às
4:29 pm [link]
Anna Leal
eu tenho esclerodermia alem das placas , quais os outros sintomas?







