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Saúde

Atualizado em 8 de abril de 2013, às 14:35
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As mulheres que caminham têm 30% menos chances de ter um AVC, mas precisam fazer isso durante duas horas na semana.

Começou 2013 e você ainda não cumpriu a promessa de fazer caminhadas todos os dias? Pois saiba que além de lhe ajudar a ficar mais linda, fortalecendo a musculatura das pernas, investir em “andanças que não levam a lugar algum” de pelo menos três horas por dia pode lhe livrar de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

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563702 Caminhar 3 horas por semana reduz risco de AVC em mulheres 01 Caminhar 2 horas por semana reduz risco de AVC em mulheresCaminhadas fazem mais bem à saúde do que se imagina (Foto: Divulgação)

De acordo com um estudo norte-americano, mulheres que tem o hábito de caminhar diariamente têm menos risco de desenvolver um AVC. E não precisa ficar horas fazendo exercícios para chegar nesse resultado, pois quem faz três horas de caminhada em dias seguidos (1 hora por dia, por exemplo), já consegue ficar nesse grupo. Mas, o ideal é fracionar o exercício ao longo da semana, em pelo menos cinco dias corridos.

Mulheres que caminham mais de duas horas na semana tem 30% menos risco de AVC

A frequência com que as mulheres fazem caminhadas diminui também as formas do AVC: isquêmica e hemorrágica. Os pesquisadores observaram as várias formas de andar como meio de exercício e constataram que as que andaram mais de duas horas tiveram risco 30% menor, em comparação com as que não faziam atividade física durante a semana. Por isso, quem investe em 3 horas de caminhadas semanais eleva muito esse índice.

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563702 Caminhar 3 horas por semana reduz risco de AVC em mulheres 02 Caminhar 2 horas por semana reduz risco de AVC em mulheresMulheres que caminham cerca de 2 horas por dia têm mais chances não sofrer AVC (Foto: Divulgação)

Caminhada rápida diminui pela metade o risco de síndrome metabólica

O novo estudo realizado pela Universidade de Copenhague, na Dinamarca, apontou que a prática de duas horas semanais de atividades físicas como corrida de carga moderada ou caminhada rápida pode chegar a diminuir pela metade o risco de síndrome metabólica, influenciando também na probabilidade de ter doenças cardiovasculares e derrame cerebral.

Porém, os autores do estudo alertam que a fonte do benefício está na intensidade da atividade física, e não no tempo de duração. Ou seja, que não é para ficar várias horas seguidas correndo ou caminhando. Respeite os limites do seu corpo sem deixar de se exercitar.

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